E eu preferia as frases feitas, pensamentos e devaneios de outros me satisfaziam, já que eu existia pela metade. Criava Quimeras e sofria as mazelas de um amor inventado pela pequenez de um coração que amava não a mim e sim a Vênus que realizava seus desejos.
E eu era a doce criatura numa atmosfera de um rosa-azul cintilante, quando na verdade gritava em minh’alma a voz Criadora, e a atmosfera era de um vermelho intenso e quente como o sangue que corre em minhas veias, essa é a verdadeira face de uma mulher que quis para si todas as flores e suas dores.
Minha voz antes abafada, hoje rasga a garganta num misto de dor e prazer, sou a essência da própria Andarta a deusa da guerra! Sei que estou em guerra contra tudo o que já tive e já fui, sou hoje uma mulher que simplesmente quer! Uma mulher que é! Sou imperativa e minha essência antes apenas doce, agora é picante levemente adocicada...
É,querida amiga, és talentosa e intensa. Parece alguém que conheço. Adorei, pra variar. Andarta...
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