domingo, 28 de agosto de 2011

Às vezes sentir-se só é poder tocar o silencio

Às vezes sentir-se só é poder tocar o silencio
Sinto-me só, num mar de lembranças, com ondas que vem e vão
Que me trazem e levam os mais puros sentimentos já vividos
Hoje eu só preciso fechar os olhos e sentir...
Lembranças de momentos coloridos e palpáveis, mas sem som
A solidão é a antítese do contentamento, ela nos cobre com um manto frio e desconfortável
Quando o que preciso é calor e proteção
O silencio faz-se presente como algo que posso sentir e tocar
Como num filme mudo, posso ver o carinho, mas não posso ouvi-lo
Sinto-me só e com frio...









quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O improvável faz parte da vida...

O improvável faz parte da vida... ouvi essa frase e parei para refletir...
Faz muito sentido se pensarmos que mudamos de opinião um sem número de vezes ao longo da vida, sendo seres extremamente versáteis.
Parei de pensar e deixei que as lembranças me invadissem a alma, realmente uma experiência única, foram flashs  de coisas impensáveis e improváveis para suas épocas.
É tão bom sonhar penhascos e acordar jardins de vez em quando. Hoje acredito que seja menos previsível do que ontem, e sinto-me livre da escravidão das palavras, sei que posso violentar a vida, sonhando um mundo com limites e possibilidades infinitas.
Se tudo um dia acaba, o melhor estará nas entrelinhas, no pulso que pulsa em mim, nas sensações inexploradas, como o da embriaguez de um sumo suave que nos remete a passos leves e soltos sem a preocupação da forma e da própria existência, percebendo que o tempo passa depressa demais, sinto uma saudade que há tempos seria improvável ,mas hoje é latente. Mas lembrar-me com saudade é como me despedir de novo e  minhas percepções misturam-se a  vagos pensamentos e penso novamente que o improvável faz parte da vida.