segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Um desconhecido

Dormia madrugada adentro um sono leve
Feliz nos braços de Morfeu
A embriaguez do sono fora subitamente cortada
Existência limpa e distante
O escuro que vinha do acúmulo de distâncias
Num misto de espanto e devaneios
Do outro lado um riso incessante e brejeiro
 Menino descobrindo as facetas da vida
E fez-se o silencio outra face do silencio
Fez-se  em claridade a escuridão
Sons luxuriantes e pensamentos invasores
Um engano , um doce engano
Um desconhecido apenas
Uma fantasia...

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