Agora estou dentro de mim
Sinto-me enclausurada no meu corpo
Não consigo sair de mim
Tenho vontade de me rasgar, sair das minhas entranhas
Minha garganta seca, minha voz , que voz?
Quero ser eu e não estar em mim
Amor e ódio por estar presa
Desejo liberdade, a minha liberdade
Sinto-me escravizada dentro desse mundo artificial
Cansada de frases feitas, de sentimentos prontos
Agora eu quero o veneno, o bálsamo não me realiza
Quero viver o desconexo, o caos da inconstância
Agora somente Agora
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