Estou ficando mais crítica, menos tolerante. Tenho ficado irritada quando leio manifestações de "amor eterno" no facebook, com tantos erros de gramática. "Eu ti amo" "si precisar" "Sou feliz mais sem vc fico chatiada" e por aí vai...
Sou tão crítica que se recebesse uma declaração dessas, terminaria o tal namoro na hora, me mataria de vergonha, imagino minhas professoras mortas revirando-se em seus túmulos kkkkkkkk
Tem algumas coisas em especial que me revoltam, o tal "agente" o "concerteza" o deus com letra minúscula, e fora todos os outros atentados à nossa língua. Não me importo em ser considerada uma pessoa diferente das outras, como já disse em outras publicações acredito que a unanimidade seja burra, gosto de não ser como esse bando de bonequinhos que andam em fila indiana, e não se perguntam para onde estão indo. Eu sei para onde quero ir. Quero estar com pessoas agradáveis ou nem tanto, mas que saibam falar, expressarem suas idéias, pessoas que realmente as tenha, porque eu estou cansada de gente que compra ou empresta idéias alheias. Eternos adolescentes que acreditam que a mudança do status de relacionamento muda suas vidas... Céus, estou ficando ranzinza.. ou será que sempre fui assim? de qualquer forma fica a dica kkkkkkkkkkkk
# Escrevam direito, a internet não é um passe para que as pessoas possam esquecer tudo o que aprenderam, é somente um ambiente virtual, porém, todas as pessoas aqui são reais, não somos avatares.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Meu coração chorou
Eu não sou o tipo de mulher romantica que se desmancha em sonhos de casamento, família de comercial de margarina e essas coisas que no fundo todos sabem que não é tão real assim. A maternidade nunca foi uma das minhas prioridades, mas confesso que já me peguei imaginando como seria conceber, gerar, parir e amamentar, ser a detentora de uma vida dentro de mim. Mas aí o pensamento seguia e eu me imaginava com o bebe nos braços e com toda a responsabilidade que ele me traria, claro que todas as vezes em que pensei sobre a maternidade, pensei só em mim, sozinha sem um companheiro, já que isso também não é uma prioridade. Sou daquelas pessoas que acredita que uma mulher pode ser feliz, sem ser mãe e sem um "casamento". Somos capazes de seguir com nossos sonhos e projetos sem necessariamente essa condição de mãe e esposa.
Não vejo efetivamente problemas em estar solteira e não ter filhos à beira dos 38 anos. Fui educada para ser uma pessoa completa e não um ser que acredita que vá encontrar a sua metade.
Essa foi na verdade uma introdução para que eu pudesse abordar esse assunto, que me deixou extremamente triste hoje. Soube de uma conhecida que não deve ter mais que 25 anos e que tem esse "sonho" da família de comercial de margarina, que gosta muito de crianças e sonhava ser uma mãe zelosa e apaixonada pelos frutos do seu amor.. porém esse seu sonho será abreviado, já que ela não poderá gerar seus próprios filhos. Eu parei para pensar a respeito e cheguei a conclusão que mais uma vez eu sou uma pessoa privilegiada e só tenho a agradecer a Deus por isso; já que eu escolhi não gerar (até o presente momento),mas ainda posso mudar de idéia. Fiquei tocada em ver seu rosto resignado diante de um problema de saúde que mudará sua vida até então idealizada como uma vida perfeita, para sempre.
Quem me conhece sabe que não sou dessas pessoas que se lamentam, mas estou triste por ela, e de certa forma por mim também, por me sentir um ser completo até o presente momento.
Queria ter fé o suficiente para me ajoelhar e pedir a Deus que seu corpo se regenerasse e que ela pudesse ter seus sonhos realizados.. Não sou um exemplo de bondade e altruísmo, sei que sou arrogante e muito egoísta, mas hoje meu coração chorou.
Não vejo efetivamente problemas em estar solteira e não ter filhos à beira dos 38 anos. Fui educada para ser uma pessoa completa e não um ser que acredita que vá encontrar a sua metade.
Essa foi na verdade uma introdução para que eu pudesse abordar esse assunto, que me deixou extremamente triste hoje. Soube de uma conhecida que não deve ter mais que 25 anos e que tem esse "sonho" da família de comercial de margarina, que gosta muito de crianças e sonhava ser uma mãe zelosa e apaixonada pelos frutos do seu amor.. porém esse seu sonho será abreviado, já que ela não poderá gerar seus próprios filhos. Eu parei para pensar a respeito e cheguei a conclusão que mais uma vez eu sou uma pessoa privilegiada e só tenho a agradecer a Deus por isso; já que eu escolhi não gerar (até o presente momento),mas ainda posso mudar de idéia. Fiquei tocada em ver seu rosto resignado diante de um problema de saúde que mudará sua vida até então idealizada como uma vida perfeita, para sempre.
Quem me conhece sabe que não sou dessas pessoas que se lamentam, mas estou triste por ela, e de certa forma por mim também, por me sentir um ser completo até o presente momento.
Queria ter fé o suficiente para me ajoelhar e pedir a Deus que seu corpo se regenerasse e que ela pudesse ter seus sonhos realizados.. Não sou um exemplo de bondade e altruísmo, sei que sou arrogante e muito egoísta, mas hoje meu coração chorou.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Fico assustada sem saber aonde me levará esta minha liberdade.
Estou solta..por um instante. Você ve? eu sinto.
Não vejo sentido em muitas coisas e a mesma falta de sentido
me faz ser sozinha, eu e minha
liberdade.
É tanta liberdade que
escandaliza minha plenitude de fronteiras perceptíveis.
Esta minha capacidade de viver,sendo antes, sendo quase, sendo nunca.
Sinto-me como que não pertencendo ao gênero humano, enxergo essa coisa que me escapa e
no entanto vivo dela.
Fico assustada sem saber aonde me levará
esta minha liberdade.
Sei que isso (essa
liberdade) ganhei, deixando de te amar.
Estou solta..por um instante. Você ve? eu sinto.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Paixões
Gosto das paixões essas que vem e arrasam tudo
Que nos viram a cabeça
Que nos perturbam o sono
Gosto das paixões que sacodem a mesmice
Que apontam para o oposto do norte
Que ferem e curam ao mesmo tempo
Gosto dessas paixões que queimam a alma
Que destroem sentimentozinhos pequenos
Que acendem a volúpia e a lascívia
Gosto dessas paixões intensas
Que aparecem com um olhar e
Que desaparecem com um talvez
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Dizem que a dor é inevitável e o sofrimento opcional
Há
poucos dias descobri que sofria de um mal muito comum, estou com cálculos
renais. É uma coisa simples, mas que incomoda bastante, amanhã dia 21/09/12 vou
realizar um procedimento a laser para desfragmentá-las. Acho que isso tem um mês,
mais ou menos. E até descobrir o que me causava tanto desconforto, aprendi a
gostar muito das enfermeiras e enfermeiros do Hospital Unimed de Lorena.
Mas...
vamos ao que realmente interessa!
Dizem
que a dor é inevitável e o sofrimento opcional; concordo plenamente com essa
frase, por mais que sintamos dor, o sofrimento é realmente opcional. Voce sente
pena de você mesmo apenas se você se sente um injustiçado pela vida. Coisa que
eu não me sinto. Sou daquelas que sente dor, fazendo cara feia e tentando
sorrir. Às vezes dá aquela vontade de gritar ou esmurrar a primeira pessoa que
lhe contrariar no momento, mas... é só respirar que a vontade passa.
Acredito que por ficar de molho em casa, eu fique mais suscetível às carências,
sou sagitariana e como tal, gosto de estar rodeada de gente. Hoje me sinto só.
Solidão me faz muito bem, mas essa solidão é diferente, é uma sensação de impotência.
Eu sei que o meu corpo responde ao meu meio, e tenho certeza absoluta que a
produção desses cálculos renais foram algumas decepções e desventuras sofridas
há alguns anos. O coração ficou partido, alguns pedacinhos viraram tristeza...
essa tristeza se solidificou e foram se instalar nos meus rins, que é por onde
passam todas as águas do meu corpo.
“Na
saúde e harmonia: permite fluir, reciclar, morrer para renascer, a segurança e
a fé”
“Na
densidade e desequilíbrio: cristaliza as críticas, medos, desapontamentos e
fracassos”
“Metafisicamente os Rins cristalizam as críticas, desapontamentos e
fracassos.”
...o processo de filtragem é entendido metafisicamente como uma
capacidade de discernimento (o que passa no filtro e o que fica retido).A
qualidade desta filtragem costuma ser muito afetada pela crítica, julgamento e
malícia. É claro que existem situações perigosas e inadequadas que não irão nos
levar onde queremos. Cabe a nós percebermos e nos desvencilharmos, jamais nos
identificarmos com a situação. Criticar apenas não resolve, ao contrário,
permanecemos presos e não eliminamos aquilo de dentro de nós (http://www.docelimao.com.br/site/desintoxicante/os-5-sistemas-excretores/5-limao-x-rins-terapia-da-limonada).
Meus caros amigos, pensem à respeito e desvencilhem-se dos pensamentos
ruins imediatamente, para não somatizar e sofrer as consequências mais tarde e
é claro reduzam o sal, açúcar refinado, doces processados, massas refinadas,
proteína e gordura animal.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Há coisas que não mudam.
Há coisas que não mudam. Por mais
que haja a possibilidade de mudança, algumas coisas ou indivíduos são
imutáveis. Uma pena, por que eu mudo o tempo todo.
Se existe uma coisa que me tira o
bom humor por alguns minutos é a tentativa de um sarcasmo; ou de uma sacada
inteligente, já que para isso o autor da mesma deve ser inteligente, pessoas
sem “feeling” ou “time” não deveriam
tentar serem engraçadas, porque ficam extremamente deselegantes.
É obvio que a elegância ou falta
dela não faz o menor sentido a essas pessoas que na sua maioria são mesmo mal
educadas. Não digo só pelos seus pais não, digo mal educadas no sentido de
formação acadêmica mesmo, analfabetas funcionais, incapazes de lerem e
entenderem sequer uma tirinha de jornal.
Pessoas que nunca leram ao menos um clássico da literatura, que se vangloriam
por tapear os professores caçando resumos na internet, ou mesmo pagando alguém
para fazer por eles a leitura.
Essas pessoas causam-me um
desconforto na alma, com seus ” pobrema”, “nóis vai”, “a gente somos” e tantas
mais pérolas.
E pessoas assim, mal educadas e
por que não dize, mal acabadas querem ser espirituosas, Como? Se muitas vezes
não percebem o sentido dúbio de suas próprias falas... se comportam-se como
fantoches sem opinião, acenando com sim e sim todas as vezes que lhes são
inquiridos, seguindo cegamente seus tutores.
Sinto pena de pessoas que podem
buscar informação e não a buscam, que poderiam ter a sua opinião e preferem
ficar à sombra de uma outra pessoa tão desinformada quanto ela própria, que
muitas vezes está numa posição privilegiada, por uma simples ironia do destino,
ou porque acostumou-se a mesmice e assim foi ficando e ficando tornou-se parte
da coisa, sinto pena dos escravos da situação.
E fico revoltada com esses
analfabetos funcionais que acham que levando alguma vantagem sobre alguém numa
situação desfavorável, é sinal de força. Sinto uma espécie de ojeriza.
Infelizmente muitas vezes ter um
ataque de sinceridade acaba sendo um “sincericídio” então, desabafo em forma de
crônica. Já dizia algum sábio tupiniquim: A palavra é prata e o silencio é
ouro.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Isso foi mais um desabafo, uma lamúria, ou pra quem goste de um drama isso foi um grito mesmo...
Eu sou uma mulher segura, mas nem
sempre foi assim. Hoje me vejo como uma pessoa melhor do que fui antes, ao
menos eu sei quais os caminhos eu devo trilhar sem me machucar muito.
Acho graça quando algumas pessoas
que não me conhecem direito, tentam me explorar de uma forma ou de outra, ou
ainda me alfinetar. Não tenho o dito sucesso pessoal que inclui grana e a sorte
de trabalhar em algo que realmente me de prazer. Meu trabalho me satisfaz e
ponto, ainda tenho muito a descobrir sobre essa questão.
Eu tento ser invisível, eu juro!
Mas sei que não consigo, sinto que a cada dia conquisto olhares e dentre eles
alguns poucos amigos e muitas, mas muitas críticas das pessoas que não me
conhecem e não tem nada em comum comigo
ou com as coisas e pessoas com quem compartilho a minha vida.
Sou controversa, sou nutrida
pelas filosofias, gosto de sempre ouvir o lado “B”, sou daquelas que não tem pudor algum em
caminhar olhando altivamente e cumprimentando todos à minha volta. Não tenho
porque ser diferente,fui educada para não ser igual a ninguém, e confio
plenamente na máxima que diz que toda unanimidade é burra (e chula!).
Gosto do que é bom, não me acostumo
ao mais ou menos. Se algo me incomoda eu o transformo, eu sou uma pessoa justa
e maleável. Prezo pela política da boa vizinhança, fico extremamente irritada
com a falta de bom senso dos meus semelhantes ao tratar mal uma a pessoa pela
sua condição social. Sinto pena de certas pessoas que não tem amigos, ou
colegas de trabalho, deve ser uma tristeza ser
sozinho. Agradeço a Deus por eu ter consciência dos meus atos e agir de
modo a não ofender ou magoar aos outros sem pensar.
Por mais que as pessoas me vejam
como uma mulher pedante e enjoada quem me conhece sabe que eu sou apenas uma
pessoa que tem as próprias opiniões e não se deixa levar pela cultura
televisiva, essa massificante em que tantas pessoas ditas esclarecidas se fiam para
se mostrarem antenados.
Isso foi mais um desabafo, uma
lamúria, ou pra quem goste de um drama isso foi um grito mesmo...
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