Eu sou uma mulher segura, mas nem
sempre foi assim. Hoje me vejo como uma pessoa melhor do que fui antes, ao
menos eu sei quais os caminhos eu devo trilhar sem me machucar muito.
Acho graça quando algumas pessoas
que não me conhecem direito, tentam me explorar de uma forma ou de outra, ou
ainda me alfinetar. Não tenho o dito sucesso pessoal que inclui grana e a sorte
de trabalhar em algo que realmente me de prazer. Meu trabalho me satisfaz e
ponto, ainda tenho muito a descobrir sobre essa questão.
Eu tento ser invisível, eu juro!
Mas sei que não consigo, sinto que a cada dia conquisto olhares e dentre eles
alguns poucos amigos e muitas, mas muitas críticas das pessoas que não me
conhecem e não tem nada em comum comigo
ou com as coisas e pessoas com quem compartilho a minha vida.
Sou controversa, sou nutrida
pelas filosofias, gosto de sempre ouvir o lado “B”, sou daquelas que não tem pudor algum em
caminhar olhando altivamente e cumprimentando todos à minha volta. Não tenho
porque ser diferente,fui educada para não ser igual a ninguém, e confio
plenamente na máxima que diz que toda unanimidade é burra (e chula!).
Gosto do que é bom, não me acostumo
ao mais ou menos. Se algo me incomoda eu o transformo, eu sou uma pessoa justa
e maleável. Prezo pela política da boa vizinhança, fico extremamente irritada
com a falta de bom senso dos meus semelhantes ao tratar mal uma a pessoa pela
sua condição social. Sinto pena de certas pessoas que não tem amigos, ou
colegas de trabalho, deve ser uma tristeza ser
sozinho. Agradeço a Deus por eu ter consciência dos meus atos e agir de
modo a não ofender ou magoar aos outros sem pensar.
Por mais que as pessoas me vejam
como uma mulher pedante e enjoada quem me conhece sabe que eu sou apenas uma
pessoa que tem as próprias opiniões e não se deixa levar pela cultura
televisiva, essa massificante em que tantas pessoas ditas esclarecidas se fiam para
se mostrarem antenados.
Isso foi mais um desabafo, uma
lamúria, ou pra quem goste de um drama isso foi um grito mesmo...
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